- Quando, na vida, ficamos presos a alguma coisa, não prestamos atenção às novas oportunidades que temos. Porém olhamos tão fixamente para o passado, que não damos conta que temos a felicidade aos nossos pés.
segunda-feira, novembro 09, 2009
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terça-feira, outubro 27, 2009
É preciso saber viver!
Hoje acordei e a minha cabeça começou a magicar e a preocupar-se com pequenos pormenores e problemazinhos que considero tão importantes e dificeis de resolver.
Fui até à universidade porque tinha aulas, mas em vez disso faltei e fiquei a ter conversas produtivas e a construir amizade :), foi uma boa troca não concordam?
Foi durante esta manhã que aconteceu aquilo que eu apelido de "abanão para a realidade" porque para mim foi literalmente isso, um abanão que me fez tremer e me fez pensar em tudo.
Uma pessoa, com quem tantas horas convivi, faleceu. Morreu, se quiserem usar o termo mais duro, menos cuidado.. A notícia deixou-me chocada, aparvalhada de todo. Lido mal com a morte e embora saiba que "ninguém cá fica para semente", demoro a aceitar certas coisas.
Perante este acontecimento dei por mim a reflectir e a tomar decisões como já não fazia à uns tempos. Apercebi-me então de que os "problemazinhoszitos" que me invadiam o pensamento ao acordar eram minimos comparados com certas partidas que a vida nos prega e que quando pensamos que a nossa vida está má, devemos sempre pensar que se temos saúde e amor então estamos bem e tudo o resto são situações pontuais com solução.
Nunca acordaram um dia a pensar que eram as pessoas menos afortunadas e mais cheias de problemas que conhecem? Já? Então repensem e reflictam sobre aquilo que têm, os amigos e a família que possuem e depois vão ver :) ..
Fui até à universidade porque tinha aulas, mas em vez disso faltei e fiquei a ter conversas produtivas e a construir amizade :), foi uma boa troca não concordam?
Foi durante esta manhã que aconteceu aquilo que eu apelido de "abanão para a realidade" porque para mim foi literalmente isso, um abanão que me fez tremer e me fez pensar em tudo.
Uma pessoa, com quem tantas horas convivi, faleceu. Morreu, se quiserem usar o termo mais duro, menos cuidado.. A notícia deixou-me chocada, aparvalhada de todo. Lido mal com a morte e embora saiba que "ninguém cá fica para semente", demoro a aceitar certas coisas.
Perante este acontecimento dei por mim a reflectir e a tomar decisões como já não fazia à uns tempos. Apercebi-me então de que os "problemazinhoszitos" que me invadiam o pensamento ao acordar eram minimos comparados com certas partidas que a vida nos prega e que quando pensamos que a nossa vida está má, devemos sempre pensar que se temos saúde e amor então estamos bem e tudo o resto são situações pontuais com solução.
Nunca acordaram um dia a pensar que eram as pessoas menos afortunadas e mais cheias de problemas que conhecem? Já? Então repensem e reflictam sobre aquilo que têm, os amigos e a família que possuem e depois vão ver :) ..
"É preciso saber viver!" não é Ana? :P
segunda-feira, outubro 26, 2009
A solidão
Naquele dia calcei as botas e peguei no chapéu impermeável porque com aquela ventania manter o guarda-chuva aberto foi impossivel. Sai á pressa, casaco, chaves, livros.. com tanta coisa, esqueci o telemóvel em cima da cómoda e remoi-me toda a manhã por causa desse esquecimento. É incrivel como um objecto consegue ter tamanha importancia.
A manhã foi passando e com ela desapareceu também a ultima réstia de sol que ainda dava um certo brilhozinho ao dia cinzento. Agora sim, parecia inverno! Céu carregado de nuvens negras e vento frio e cortante. As folhas nos passeios rodopiavam-me em danças á volta dos pés e os cabelos voavam deixando o rosto exposto ao ar frio.
Ao andar pela rua, nesta manhã, mesmo rodeada de gente senti-me sozinha. Não podia estar mais só, nem mais rodeada de gente. Já vos aconteceu? Sentirem-se sozinhos no meio de uma "multidão"?
O ser humano deve ser mesmo assim, inexplicavelmente complexo, consegue sentir coisas que mais nenhum ser consegue e naquele dia eu fui um autêntico ser humano. Só no meio de um mar de gente. É por isto que guardo sempre os "Meus" comigo, no coração, porque quando me sinto sozinha, mesmo ausentes eles conseguem estar presentes.
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